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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

PROGRAMAÇÃO INFANTIL NO PELÔ COM CARAVANA DAS ARTES

Imagem: Fundação Gregório de Mattos

Hoje tem palhaçada? Tem, sim senhor! Hoje tem musicada? Tem, sim senhor! Hoje tem diversão? Tem, sim senhor!

É nesse ritmo que a Caravana da Arte anima a programação infantil do Pelourinho Dia e Noite, projeto da Fundação Gregório de Mattos, órgão da Prefeitura de Salvador, próximo domingo (06). 

A proposta do grupo é interagir com a criançada através de diversas linguagens como teatro, músicas irreverentes, brincadeiras e PALHAÇADAS! 

Domingo, às 16h, no Cruzeiro de São Francisco - Pelourinho. EVENTO GRATUITO!

Saudações maternais, 

Pat Lins

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

"MENINO EM QUADRADINHO" - dica Mães na Prática


Ah, na prática, a gente quer que nossos filhos só assistam a boas produções, né verdade?!

Estava sentada com Peu, assistindo a programação do último domingo - 12/09/2010 -, da TVE Brasil, e, em meio a grade do dia, entra o Curta Criança - "O menino quadradinho" - e vi uma mensagem belíssima sobre a dualidade " ser criança X crescer", onde, o menino, diante do fim dos quadrinhos de um gibi, se vê "obrigado" a conhecer novas palavras e uma gama de novidades através do conhecimento. Uma metáfora brilhante para nos fazer refletir sobre a importância de "novas" e diversas leituras.

Duas frases me chamaram a atenção - lógico, tocaram em algum conteúdo meu e se associaram... risos -, dentre tantas mensagens bacanas: "não temos como viver o mesmo tempo duas vezes, mas, podemos reinventar" e "igual a história da vida... é para criança só no começo".

Ávida por rever aquele curta, corri para o "pai dos burros" da internet, nosso famoso Google e joguei: o menino quadradinho. Depois, fui ao Youtube, e coloquei, aqui, o vídeo, lançando essa dica para mães, pais e filhos. Trata-se de uma produção simples, porém, repleta de simbologia e um texto muito bacana. Lógico, Ziraldo é o "cara". Tem muita coisa boa para a gente levar adiante e apresentar aos nossos filhos - essa novíssima e inovadora geração, que chamo de geração da transição.

Agora, só assistir e se deixar levar pelas palavras e mensagens que esse curta traz e "etc." - risos:


Saudações maternais, com muitos etc,

Pat Lins.

domingo, 13 de junho de 2010

O CASAL APÓS O NASCIMENTO DOS "PAIS"

Mais um econtro do Grupo Mãe e Muito Mais, lá no MUSEU "FOR THE CHILDREN", desta vez, refletindo sobre o "nascimento" dos pais.

Tema muito importante para o despertar da m(p)aternidade consciente - ou, pós-consciente... risos. A gente sempre vai em busca de temas sobre "a mulher após o nascimento do filho" e afins. Mas, o casal em si, também sofre abalos, mudanças.

O texto de Nádia, em seu blog MÃE E MUITO MAIS, toca no assunto, uma síntese da palestra e da importância desses encontros, com muita propriedade, tato e verdade. Vale muito a pena dar uma lida. Em clima de Dia dos Namorados, Copa do Mundo e São João, o encontro se dividiu em várias instâncias - que aconteciam paralela e simultaneamente - risos. A palestra ficou por conta da Psicóloga Fátima Santa Rosa, que conduziu a reflexão sobre "o casal após o nascimento dos pais" e, logo em seguida, o forró pé-de-serra "comeu no centro", onde aconteceu nosso lanche junino e ainda teve espaço para os bate-papos e brincadeiras com as crianças.

Um ponto abordado e que me chamou muita atenção, sendo é muito bem colocado por Nádia - criadora e coordenadora do encontro - foi que:

 "quando nasce um filho soma-se ao casal, ao homem e a mulher, um outro 'casal' o pai e a mãe! Esse novo 'casal', o pai e a mãe, já nasce com uma carga de expectativa maior que tem a ver com as nossas relações familiares, a nossa ancestralidade, os nossos próprios pais e o que vivenciamos como filhos. E, então, o casal precisa renovar-se, amadurecer, reler os próprios pais, apaixonar-se de novo dentro dessa nova realidade ou confrontar-se com o próprio limite. (...) Na verdade, eu acho que a missão de criar um ser humano é complexa demais para duas pessoas! Os pais estão à frente dessa missão, mas precisamos estar em comunidade para suportar e realizar bem essa responsabilidade. Acho que parte do problema de sermos pais hoje é que estamos muito sozinhos, isolados, 'ilhados' na nossa m(p)aternidade individualista! Os casais precisam dessa privacidade, mas os pais precisam de comunidade e, na medida que aprendemos a equilibrar essas duas realidades, nos tornamos mais inteiros."
A questão do equilíbrio deve ser o norte para todas as nossas ações. Somos seres individuais, mas, não precisamos ser individualistas; somos seres sociais, mas, isso não nos dá o direito de invadir, pura e simplesmente, o espaço do outro; precisamos nos conhecer muito, para conhecer o outro e conhecer o outro para nos aproximarmos mais de nós mesmos! Precisamos estabelecer e compreender melhor os conceitos que erramos tanto na prática.
Alguns pais e suas crias 

Depois que nasce um filho, a gente aprende é coisa. Pena que poucos de nós tenha a capacidade maior de apreender com a lição diária da construção e desenvolvimento de um novo indivíduo - o filho - a partir da referência prática de um indíduo duplo - os pais. Nossa responsabilidade é saber gerenciar isso e administrar o EU, o NÓS, o NOSSO, o DELE, os NOSSOS... é saber ter e dar espaço e ainda ter um espaço maior e mais constante de coexistência - já viu que eu amo essa palavra, né?! - risos - e o que ela representa na prática, também.

A gente muda, mesmo. A gente muda sozinho, junto... Solteiro, casado, com ou sem filho... mas, mudar com os filhos, dá um sabor especial. Só experimentando essa prática para saber. Só sendo para compreender nossos pais, avós e etc e entender que eles, assim como a gente, também precisaram passar por tantos ajustes, após nosso nascimento. Nossos pais também nasceram depois da gente. E não é fácil, pelo contrário, como todo nosso caminho e opção, é complexo demais! E desafiador. O futuro, a gente cai na real que é no agora, no hoje, no presente a cada instante.

Nós perdemos um pouco a individualidade pessoal, o espaço do casal e passamos a viver a realidade do filho, crescendo com ele. Só com muito amor para entender isso e saber que é verdade!

Nau, mais uma vez, obrigada pela experiência de dividirmos e nos apoiarmos uns aos outros, todo mês.

"Saudações maternais",

Pat Lins.

PS - para quem quiser conhecer o museu para crianças, basta clicar no link aqui ao lado. Ele funciona de terça a sexta - grupos agendados, como escolas; sábado para o público em geral e domingos para festas e eventos diversos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

MUSEU "FOR THE CHILDREN"


Como começar a escrever este post? Foi minha pergunta norteadora - risos.

Falar do museu, do grupo ou da minha imensa alegria e satisfação de estar num lugar encantador; com pessoas legais; com meu filhote à vontade, feliz, solto e entregue a folia?

Ser mãe na prática, é, como eu falo aqui, querer ver meu filho feliz e com segurança. Pois bem, o museu para crianças nos permite isso: curtir a alegria do momento, num lugar espaçoso, seguro, com bastante área verde, criatividade no ar, harmonia no ambiente... barulho só o som inebriante das gargalhadas das crianças, dos seus passos correndo para todos os lados e das perguntas sobre "o que é" e "que legal". Muita novidade executada de maneira tão simples, nos remetendo que é possível, na prática, sim, montar uma estrutura lúdica, educativa, informativa, estimulante e prazerosa. Isso é o museu "For The Children", em bom português: museu para as crianças. E, cá entre nós, as nossas crianças internas também se esbaldam.


Sabe a "casa da vovó" que a gente vê nos filmes, nos desenhos animados, em nossos sonhos...? É lá! Sabe aquele lugar onde a gente perde noção do tempo coronológico e deixa cronus se encarregar de cuidar do resto do mundo, porque nós estamos vivendo uma realidade paralela? É lá! Sabe aquele desejo de ser surpreendido com grandes novidades, mas, que a gente possa fazer, também, portanto, de ordem prática? É lá! Sabe a terra dos sonhos, da magia e com muita informação? É lá! Sabe o que é aprender brincando? É lá! Sabe o que é brincar, sem se preocupar com o que aprende e apreende que na vida esses momentos são enriquecedores e ativadores de coisas boas dentro de nós? É lá! Sabe o lugar onde o lúdico é real e o real é lúdico? Onde podemos imaginar e viver a imaginação? É lá!!! Como Nádia - MÃE E MUITO MAIS - cita em seu blog - vale a pena ler sobre o museu e tudo mais, lá - de que "o museu não se encaixa em rótulos, tem que sentir". E é verdade!

Na prática, mãe sente tudo; quer saber de tudo; quer pensar em tudo. Por isso, o lugar fica ainda melhor. É possível! É real! No mesmo espaço: ciência, literatura, biologia, história, cultura diversa, diversão, zelo... e o melhor, a pluralidade.

 Susan, explicações sobre "For the Children". Foto: MÃES E MUITO MAIS

Susan, a criadora do projeto e da prática, do museu, falou uma coisa fantástica:


"(...)lá nos EUA tem um museu para criança em cada cidade (...) sentia falta de algo assim aqui em Salvador (...) eu sempre achei que como era muito caro eu não ia conseguir realizar esse sonho (...) o tempo passou, a idade foi chegando e eu disse para mim: 'tenho que fazer. Já estou envelhecendo e não é possível que não vá realizar esse sonho' (...) E, foi quando decidi fazer o museu 'for the children' (...) Tudo que uso aqui é material reciclado ou carcaça que eu transformo, junto com algumas pessoas que me ajudam (...) isso faz com que não tenha 'dor de cabeça' para mim, nem para os visitantes, caso algo caia e quebre (...) é só refazer (...) o espaço é para livre aprendizado e interação entre pais e filhos (...)"

Bate-papo do grupo. Foto: MÃE E MUITO MAIS

Susan, parabéns e obrigada! Você não só conseguiu/consegue, como nos ensina muito mais: tudo é possível, quando enxergamos o caminho da possibilidade! Isso é colocar em prática. Isso é viver o que se sonha! Para isso, é preciso ter um sonho - ou vários - e saber se quer vivê-lo (s). Se sim, como fazer? Monta toda teoria e mãos a obra!

Foto de parte do grupo. FOTO: MÃES E MUITO MAIS

Parabéns, não poderia deixar de citar, minha ídola - risos: Mariana Carneiro - PEQUENÓPOLIS | CRIANÇAS A SOLTA NA SOTERÓPOLIS, por suas dicas de onde curtir com a criançada e a minha querida e, já, amiga, Nádia - MÃE E MUITO MAIS, pela idéia e prática do grupo de mães, pais e filhos, em busca e desenvolvimento da "m(p)aternidade consciente" - o que nos permite ser mãe/pai numa amplitude ímpar e sem fornteiras, assumindo e vivendo tudo como parte do processo da vida. Olha, na prática, o que a gente precisa é se unir a pessoas do bem, humanas, cheias de vida, com bons valores e que acreditam que é possível, sim, ser melhor como pessoa e passar isso adiante através dos nossos filhos, que são hoje a sementinha germinando,  a gente regando e limpando o terreno fértil, para evitar a instalação e proliferação de ervas-daninhas - que sempre aparecem e aparecerão - mas, que são os frutos do amanhã. Na prática, a responsabilidade da gente é com o desenvolvimento de um fruto melhor.



Agora, descerver a opinião de Peu, é simples, basta escutar o que e como ele descreve a cada pessoa - o máximo que ele conseguir - sobre o "museu para crianças, que tem uma teia de aranha grandona. Tem balanço. Tem bola de sabão. Tem escada na árvore. Tem um negócio assim, que você levanta - e vai descrevendo com gestos manuais... risos - e você sopra bem forte e sai uma bolona de sabão... Eu corri, corri. Me joguei no colchão d´água, parece pula-pula, pra relaxar, eu deitei assim... Subi num negócio que girava. Eu empurrei esse negócio assim..."  e quando perguntam: "você gostou,Peu?" ele fala logo: "do museu para crianças? Gostei, muito, muito!" . Para mim, é o que importa! Ele gostou e eu aprovei o lugar, o espaço, a idéia, o grupo... Fora que, associado a tudo isso, a gente curte e faz um trabalho social, através de doações que o museu recebe e leva para instituições de crianças carentes. E Susan também abre espaço para essas crianças se divertirem lá no museu. Quem quiser ajudar com transporte/ônibus - pegar as crianças na instituição, levar ao museu e levar de volta, do museu para a instituição, entra em contato e faz sua parte! Não é lega?! Na prática, a gente precisa ajudar o máximo que puder. Como me disse meu saudoso avô João: "quando todo mundo trabalha, todo mundo trabalha menos..." Se cada um de nós fizer um pouco, não fica tão pesado no bolso e muita gente ajudando, muita ajuda chegando.


COLCHÃO D´ÁGUA - MOMENTO RELAX

O museu "For the Children" fica na Rua do Mangalô, 154 – Colina A -, Patamares (próximo ao colégio Anglo Brasileiro), em Salvador/Ba/Brasil.


  

Para quem quiser visitar, mais informações:

Tel.3367-0790

Ingresso: R$ 20 por criança (adulto não paga) ou R$ 15 + doação (brinquedo, roupa, livro ou alimento) O museu faz um trabalho social também recebendo escolas, ONGs e instituições.

Horários: terça a sexta, das 9h às 15h (escolas e grupos); sábado, das 9h às 15h (público em geral).

Site: http://www.forthechildrenmuseu.org/


Leia também, sobre o museu em:




Muito mais que diversão; que cultura; que aprendizado; que informação; que interação... tudo isso junto e muito mais! "Um abraço de mãe!" (Nádia - Mãe e Muito Mais)

Eu indico e vou voltar! Porque, na prática, o que é bom, merece fazer parte de nossa vida e da vida dos nossos filhos!





Como disse, sabiamente, Nádia - MÃE E MUITO MAIS - , uma MÃE NA PRÁTICA:
"(...) é isso que parece o museu, uma casa no campo, um oásis no deserto da cidade, uma sombra, um colo de mãe, uma aventura de pai... Eu me senti em casa no museu! A casa que eu ainda sonho ter, o lugar para colocar o pé no chão e a cabeça nas nuvens! Mais do que isso, o museu é um lugar maternal!" 
Saudações maternais - by Nádia - risos,

Pat Lins.


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